Visitei ontem meu antigo curso na PUC. Fiquei impressionado com a quantidade de novos alunos. Eu, que cheguei a freqüentar disciplinas com 4 e 5 alunos matriculados, fico muito feliz com esse “ressurgimento das cinzas”. O curso passou por uma grave crise entre 2005 e 2010 (por motivos que desconheço), que talvez ainda não esteja superada, mas tudo indica que estão no caminho certo. Entretanto, talvez fosse preciso rever a estrutura curricular do curso, hoje organizada em módulos. Se tal estrutura permite uma renovação constante e afasta o fantasma do fechamento, na minha modesta opinião, também compromete a qualidade do conteúdo, no sentido que o aprofundamento nos problemas filosóficos fica comprometido pela presença constante de calouros. Mas, afinal, o que nesse mundo é perfeito?

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